10 Orientações para uma Alimentação Saudável para crianças de 7 a 10 anos
Esse período caracteriza-se por
maior atividade física, ritmo de crescimento constante com ganho mais acentuado
de peso, próximo ao estirão da adolescência. As crianças já estão seguindo uma rotina de ir
à escola, o que torna a alimentação menos frequente (de 4 a 5 vezes por dia)
com influência não somente da família. Por outro lado, nessa fase também pode se inicia o comportamento sedentário, às vezes de origem social ou cultural,
como videogame, computador, televisão, aulas extracurriculares de idiomas.
Neste contexto, o segredo da boa alimentação está na
variedade dos alimentos e na combinação entre eles. É fato conhecido que as
crianças gostem de salgadinhos, refrigerantes, biscoitos recheados etc. Esses
alimentos não são proibidos, mas seu excesso poderá prejudicar a saúde
porque são ricos em gordura e sal. A manutenção de uma alimentação saudável é
importante desde a infância, justamente por formar melhores hábitos
alimentares. Os familiares e a escola são muito importantes nessa idade, pois é
por meio deles que a criança passa a conhecer novos alimentos.
Pensando nisso, selecionamos 10 orientações que poderão auxiliar
você a oferecer uma alimentação saudável para seus filhos que se encontram em
idade escolar.
1) Fracionamento da dieta em 6 refeições diárias, incluindo os lanches. Intervalos de2
a 3 horas entre a ingestão de qualquer alimento e o
horário das refeições principais são fundamentais. Procure estabelecer horários
e rotinas para a alimentação.
2) A criança deve se alimentar em lugar calmo e mastigar bem os alimentos afim de ter uma boa digestão e saciedade mais rápida. Comer rápido e em frente à televisão contribui para que ela coma mais que o necessário e sem saborear os alimentos.
3) Atenção à quantidade dos alimentos nas refeições: muitas vezes o escolar é coagido a comer mais ou menos que a sua vontade, por isso, é melhor permitir que o mesmo se sirva, mas não deixar de estar atenta a quantidade consumida por ele.
4) Ofereça guloseimas esporadicamente. Apesar de ser a preferencia da garotada esses alimentos tem poucos nutrientes e muitas calorias, o que leva ao aumento de peso. O consumo de alimentos muito açucarados e coloridos artificialmente é prejudicial à saúde e ao desenvolvimento físico e cognitivo da criança. Estudos relacionam o hábito alimentar ao déficit de atenção e hiperatividade infantil.
5) A alimentação da família influencia as escolhas alimentares da criança, por isso os pais ou responsáveis devem ser exemplos.
6) Permita que a criança participe das compras e preparo dos alimentos. Varie o cardápio, utilize a criatividade para elaborar pratos atrativos e sempre coloridos.
7) Os lanches oferecidos nas lanchonetes das escolas nem sempre são os mais saudáveis, por isso, orientar a criança a trocar frituras por salgados assados ou sanduíches naturais, refrigerantes por sucos de frutas, doces por frutas.
8) Uma opção saudável e mais barata é preparar o lanche em casa. É importante conversar com a criança sobre suas preferências e explicar porque ela deve comer alimentos mais saudáveis. Opte por biscoitos integrais, frutas frescas ou secas ou barras de cereais. Sanduiche de pão integral com pasta de soja ou queijo também podem fazer parte do lanche.
9) A conservação dos alimentos também merece cuidados. Verificar se a escola oferece espaço refrigerado para os lanches trazidos de casa. Caso isso não seja possível, não preparar alimentos com ingredientes que estraguem facilmente.
10) A água não pode faltar na dieta das crianças. A ingestão de água deve ser de 6 a 8 copos de água por dia. Estimule também a criança a levar uma garrafinha de água para escola.
1) Fracionamento da dieta em 6 refeições diárias, incluindo os lanches. Intervalos de
2) A criança deve se alimentar em lugar calmo e mastigar bem os alimentos afim de ter uma boa digestão e saciedade mais rápida. Comer rápido e em frente à televisão contribui para que ela coma mais que o necessário e sem saborear os alimentos.
3) Atenção à quantidade dos alimentos nas refeições: muitas vezes o escolar é coagido a comer mais ou menos que a sua vontade, por isso, é melhor permitir que o mesmo se sirva, mas não deixar de estar atenta a quantidade consumida por ele.
4) Ofereça guloseimas esporadicamente. Apesar de ser a preferencia da garotada esses alimentos tem poucos nutrientes e muitas calorias, o que leva ao aumento de peso. O consumo de alimentos muito açucarados e coloridos artificialmente é prejudicial à saúde e ao desenvolvimento físico e cognitivo da criança. Estudos relacionam o hábito alimentar ao déficit de atenção e hiperatividade infantil.
5) A alimentação da família influencia as escolhas alimentares da criança, por isso os pais ou responsáveis devem ser exemplos.
6) Permita que a criança participe das compras e preparo dos alimentos. Varie o cardápio, utilize a criatividade para elaborar pratos atrativos e sempre coloridos.
7) Os lanches oferecidos nas lanchonetes das escolas nem sempre são os mais saudáveis, por isso, orientar a criança a trocar frituras por salgados assados ou sanduíches naturais, refrigerantes por sucos de frutas, doces por frutas.
8) Uma opção saudável e mais barata é preparar o lanche em casa. É importante conversar com a criança sobre suas preferências e explicar porque ela deve comer alimentos mais saudáveis. Opte por biscoitos integrais, frutas frescas ou secas ou barras de cereais. Sanduiche de pão integral com pasta de soja ou queijo também podem fazer parte do lanche.
9) A conservação dos alimentos também merece cuidados. Verificar se a escola oferece espaço refrigerado para os lanches trazidos de casa. Caso isso não seja possível, não preparar alimentos com ingredientes que estraguem facilmente.
10) A água não pode faltar na dieta das crianças. A ingestão de água deve ser de 6 a 8 copos de água por dia. Estimule também a criança a levar uma garrafinha de água para escola.
A atividade física é muito importante para o
desenvolvimento da criança, além de colaborar para o controle de peso. A
prática de esportes como jogar futebol, andar de bicicleta devem ser
incentivadas. Lembre-se que criança “gordinha” não é criança saudável. A
obesidade infantil traz problemas psicológicos e físicos, que podem perdurar
até a vida adulta!
Fonte: Vitolo MR. Infância. In: Vitolo MR. Nutrição da gestação ao
envelhecimento. Rio de Janeiro: Rubio; 2008. p. 167-242.

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